Hipocorístico rubi capital

My journal, poems, thoughts, believes, tales.
My ode.

Pequeno Poeta

   NOTA: Os meus seguintes versos foram achados junto a velhos livros que eu não abria há muito tempo. Não possuem data, mas presumo que sejam quando eu tinha 10 anos de idade ou menos. Grande nostalgia eu senti quando os encontrei, eles podem parecer não fazer sentido algum, mas fazem parte da minha vida. Nada foi corrigido ou revisado aqui, por essa razão peço que não levem em consideração erros em frases, versos sem sentido e conexão.


Fato

   De fato, não sei.
   Mas da convicção exata de formas de manifestações de sentimentos, sim.
   Não só do fato de pensar incansavelmente sem o reconhecimento da arte e da verdadeira forma de vida.
   Não se pensa no fato.
   O esforço, a maneira certa de pensar e agir em que todos impõem, não quer dizer que é certa e sim racional, esse pensamento impróprio e primitivo.
   Um dia, alguém entenderá um simples fato de compreender essa vida, pois sempre terá um sentimento verdadeiro, escondido.
   É incapaz de compreender a realidade. A fantasia e a ilusão predominam. Sabemos de uma coisa. Mas vimos, agimos e vivemos outra.  
   Espalham-se na medida correta, e não dos sentimentos puros e verdadeiros.
   A partir do momento que se descobre algo único, é confundido e herdado os valores. E assim, nunca se chega numa razão.

   Um mito, um fato.
   Jamais entendido ou revelado. 

O Desabafo

Em um prestígio de uma nobre aparência
Em uma crise sensata
Em um ato descomunal
Um pensamento pobre e inútil 

Ter alguém do seu lado
Em momentos imprevisíveis
É esse sentimento que se sente
Não apenas por ser regra ou preceito
Mas por desejar uma chance sonhada 

Coadjuvante de um suposto medo
O valor de um frágil cristal
É fixa a idéia
É esse desabafo que necessita 

Fragmentos que desatam
Ao imaginar um sincero desabafo
Neste ciclo que injúrias e ofensas presidem


As árvores são centenárias, pois elas puxam os chãos e ganham força liberando a flora de forma inconsciente.
Se espalha como o fogo no chão de Colombo, nos velhos tempos do faroeste.
- Bang, bang! - igual aos ragtimes tocados no piano.
Confuso entre os tiros, - Bang, bang, TIROTEIO! - Um soldado jogado ao chão, seria ele do México ou Paquistão?

Emergidos em pensamentos.
Termina-se a hipótese.

Eric Amorim e Anderson Genuíno
26/08/2012

Fluído

É na madrugada que eu me inspiro
É no ar que eu respiro  
Estão as ondas sonoras 
Que contraponham as horas

O vácuo não existe
Tudo tem seu lapso
O vento é o mais livre
Que vence qualquer tempo e espaço 

17/08/2012 
03:37am

Analysis

     It is interesting how life is a mystery, you never really know what comes next, all you need to do is wait and see it pass by, wondering what you can and possibly could do with it. You meet people, you interact with them, you talk to them and you even try to get along with them, but they have their own lives, their own destinies, everyone goes to different paths.

     The moment you understand what life is, you will have reached what it is supposed to, you will have found what you have been looking for, but once again you will be wondering what comes next, we are never satisfied. But then again, you see that you did not understand a thing about life, we never really do.

     After that, you judge yourself, you push yourself, because that is what other folks also do. But you do not need it at all, you just have to follow your instinct, and not to bother all the time. It is difficult, it sure is, but that is the only reason you have to keep on.

     Sometimes I get myself thinking about what everything means, actually nothing means nothing, the more you know the less you understand, but they keep telling what to do, to study, to go to college, to find your purpose. The truth is when we find our place, all we want is settle down, because we all get old and become afraid of what is going to happen next time you try again, that is the moment you know you are dead.

    Never stop trying, always challenge yourself.

07/20/2012

Imensa Recompensa

Quando o feixe da luz do sol aparece
Sei que vem um novo dia
Quando o amor toca nesse coração que padece
Sei quem me irradia

A paixão aparece quando menos se espera
Então nasce o amor que tanto se esmera

É como uma flor que precisa ser regada
Como também o fulgor que precisa ser incendiado

Esse sentimento escorre como uma espada
Afiada, visto que deve ser adagada

Tento explorar-te o desejo
Porque és quem almejo

A melhor maneira é entrar de cabeça
Para quem lhe fortaleça

(Eric Amorim, 29/02/2012)

O Que As Águas Te Trazem

O certo não é o errado e o errado não é o certo, como diferenciá-los?
É preciso fazer do impróprio o próprio
O começo não é o fim e o fim não é o começo, como alcançá-los?
A solução não tem revelação, nem resolução

Da alma até o coração, o caminho é longo
Custa um bocado para notá-lo
Ninguém tem a chave
Não importa quantas voltas dê, quando o segredo está errado

O momento certo é aquele vigente
Que se aproxima quando não se espera
Que te cutuca quando não dói
Que te transforma quando não quer

Um poço pode ser mais fundo do que um mar
Depende qual a maneira como se joga
Depende de você
Tudo depende de você

(Eric Amorim, 28/02/2012)

Compreensão

   A verdadeira essência do sentimento é poder compartilhá-la, sem a consciência da opinião dos outros. O ser humano é indiferente, é pedinte de assunto e espera que o compreenda quando tudo que quer é ser aceito ou incluído em um mundo que criara.

   A semente da ideia provém da natureza que inventamos ou copiamos subconscientemente, um poder que poucos são familiarizados. Se soubessem o mínimo do poder da mente, o muito seria imprevisível. Mas tudo o que vemos é previsível, tudo o que acontece é resultado de algo que já foi realizado.

   Os maiores pensadores da história se sentiram ignorantes perante a sociedade. O caminho do conhecimento é sem fim, não há limites para aprender.

(Eric Amorim)

A Distância da Baliza

O mundo não tem distância
Traz apenas o pensamento
Como as milhas que estão a vir
Que trazem o sofrimento

O mundo não tem distância
Pra quê tanta crueldade?
Traz apenas desconfiança
Por que não diz a verdade? 

(Eric Amorim, data desconhecida)

Faroeste de Frustrações

          - Capítulo um: Faroeste

    Sentado em seu pé de cadeira, com cobre em volta de seu visual talvez um pouco extravagante. ”Não ligo, a silhueta muda com o que percorrerei.” repetiu para si mesmo. Via no caminho espécimes desconhecidas. Sua visão era privilegiada, contornos e vias jamais caminhadas. O jovem caubói apenas delirava enquanto pensava que estava rumo à uma festa ou ritual.
   Ao chegar lá, havia cachorros dançando, homens se castrando e muita prostituição. Acreditou até mesmo que vivia uma vida como a de ‘De olhos bem fechados’, como a vivida por Tom Cruise. Nunca soube porque pensava assim, mas pois: era sua imaginação. Deparou-se com outros extremos e criaturas inanimadas. O brincalhão cachorro, contando piadas com seu jaleco de mais de mil dólares.
   “Oh meu Deus, visse o que aconteceu com o Dr. Hermmer? Saquearam-lhe e agora não sobrou-lhe nada. Colocaram-lhe junto aos mortos enquanto os mesmos dançavam euforicamente, tentando desfribilar o próprio coração. Porque não aceitavam que já se passaram? Que trágico, Dr. Hermmer, tu devias ter vivido mais, era dono de boas piadas.” Ouvi pelos ombros de uma senhora. 

 

          - Capítulo dois: Frustações

     Uma senhora do outro lado do espelho perguntou-lhe porque a encarava. Ele diz que era um outro mundo onde havia só um lado dos corpos. Não entendia muito bem o que tentava falar a tal idosa, porém compreendia que a situação era de nervos à prova de aço. Apenas perguntou-lhe: 
 - Qual é seu nome? Quero saber e ir embora.
 - Não preciso.
 - Eu insisto. 
 - Dona Clarinetta. - a velha replicou.
    Pegou sua bebida e partiu dali sem rumo para um outro andar daquele tão grande castelo, para o norte. “Que ventania logo à noite, o que será que se passa? Será que vai chover?” Pois vejam a desilusão da cria que ele cuidou. Ao entrar na porta de número três no corredor extenso e obscuro, deparou-se com algo que nunca tinha visto ou tentado imaginar! Era uma luz, um roubador de esperanças e tais ilusões.
    Apunhalou-o de frente, no coração. Dor instantânea e de alívio imediato. A dor já não era seu principal fator, sentia-se livre de tal peso que era a raça humana. Sentindo o verdadeiro sentimento da perda interior e da paz, corroendo-se uma a outra até que formassem uma só. Enxergava que o mundo não era apenas destruição. Cantava e dançava enquanto outra luz, mais limpa e com vigor levava-o para o lugar mais lindo do universo, porém não conhecido: O paraíso.

<DiMAGALHANS, Azevedo. DiBARRETO, Leonor. DE ABREU, Máuzaro. 13 de fevereiro de 2011, SP.>