My journal, poems, thoughts, believes, tales. My ode.
Pequeno Poeta
NOTA: Os meus seguintes versos foram achados junto a velhos livros que eu não abria há muito tempo. Não possuem data, mas presumo que sejam quando eu tinha 10 anos de idade ou menos. Grande nostalgia eu senti quando os encontrei, eles podem parecer não fazer sentido algum, mas fazem parte da minha vida. Nada foi corrigido ou revisado aqui, por essa razão peço que não levem em consideração erros em frases, versos sem sentido e conexão.
Fato
De fato, não sei. Mas da convicção exata de formas de manifestações de sentimentos, sim. Não só do fato de pensar incansavelmente sem o reconhecimento da arte e da verdadeira forma de vida. Não se pensa no fato. O esforço, a maneira certa de pensar e agir em que todos impõem, não quer dizer que é certa e sim racional, esse pensamento impróprio e primitivo. Um dia, alguém entenderá um simples fato de compreender essa vida, pois sempre terá um sentimento verdadeiro, escondido. É incapaz de compreender a realidade. A fantasia e a ilusão predominam. Sabemos de uma coisa. Mas vimos, agimos e vivemos outra. Espalham-se na medida correta, e não dos sentimentos puros e verdadeiros. A partir do momento que se descobre algo único, é confundido e herdado os valores. E assim, nunca se chega numa razão.
Um mito, um fato. Jamais entendido ou revelado.
O Desabafo
Em um prestígio de uma nobre aparência Em uma crise sensata Em um ato descomunal Um pensamento pobre e inútil
Ter alguém do seu lado Em momentos imprevisíveis É esse sentimento que se sente Não apenas por ser regra ou preceito Mas por desejar uma chance sonhada
Coadjuvante de um suposto medo O valor de um frágil cristal É fixa a idéia É esse desabafo que necessita
Fragmentos que desatam Ao imaginar um sincero desabafo Neste ciclo que injúrias e ofensas presidem
Um vale distante mostrava uma pacata família de bravos guerreiros que lutaram na última guerra, um lugar sombrio e ilusório cercado por muitos mistérios a serem ainda descobertos. Neste, o Sol chegava na hora de almoço, e se escondia ainda ao entardecer. Eram…
me and my buddies wrote it, isn’t it beautiful?
As árvores são centenárias, pois elas puxam os chãos e ganham força liberando a flora de forma inconsciente.
Se espalha como o fogo no chão de Colombo, nos velhos tempos do faroeste.
- Bang, bang! - igual aos ragtimes tocados no piano.
Confuso entre os tiros, - Bang, bang, TIROTEIO! - Um soldado jogado ao chão, seria ele do México ou Paquistão?
É na madrugada que eu me inspiro É no ar que eu respiro Estão as ondas sonoras Que contraponham as horas
O vácuo não existe Tudo tem seu lapso O vento é o mais livre Que vence qualquer tempo e espaço
17/08/2012 03:37am
Analysis
It is interesting how life is a mystery, you never really know what comes next, all you need to do is wait and see it pass by, wondering what you can and possibly could do with it. You meet people, you interact with them, you talk to them and you even try to get along with them, but they have their own lives, their own destinies, everyone goes to different paths.
The moment you understand what life is, you will have reached what it is supposed to, you will have found what you have been looking for, but once again you will be wondering what comes next, we are never satisfied. But then again, you see that you did not understand a thing about life, we never really do.
After that, you judge yourself, you push yourself, because that is what other folks also do. But you do not need it at all, you just have to follow your instinct, and not to bother all the time. It is difficult, it sure is, but that is the only reason you have to keep on.
Sometimes I get myself thinking about what everything means, actually nothing means nothing, the more you know the less you understand, but they keep telling what to do, to study, to go to college, to find your purpose. The truth is when we find our place, all we want is settle down, because we all get old and become afraid of what is going to happen next time you try again, that is the moment you know you are dead.
Never stop trying, always challenge yourself.
07/20/2012
Imensa Recompensa
Quando o feixe da luz do sol aparece Sei que vem um novo dia Quando o amor toca nesse coração que padece Sei quem me irradia
A paixão aparece quando menos se espera Então nasce o amor que tanto se esmera
É como uma flor que precisa ser regada Como também o fulgor que precisa ser incendiado
Esse sentimento escorre como uma espada Afiada, visto que deve ser adagada
Tento explorar-te o desejo Porque és quem almejo
A melhor maneira é entrar de cabeça Para quem lhe fortaleça
(Eric Amorim, 29/02/2012)
O Que As Águas Te Trazem
O certo não é o errado e o errado não é o certo, como diferenciá-los? É preciso fazer do impróprio o próprio O começo não é o fim e o fim não é o começo, como alcançá-los? A solução não tem revelação, nem resolução
Da alma até o coração, o caminho é longo Custa um bocado para notá-lo Ninguém tem a chave Não importa quantas voltas dê, quando o segredo está errado
O momento certo é aquele vigente Que se aproxima quando não se espera Que te cutuca quando não dói Que te transforma quando não quer
Um poço pode ser mais fundo do que um mar Depende qual a maneira como se joga Depende de você Tudo depende de você
(Eric Amorim, 28/02/2012)
Compreensão
A verdadeira essência do sentimento é poder compartilhá-la, sem a consciência da opinião dos outros. O ser humano é indiferente, é pedinte de assunto e espera que o compreenda quando tudo que quer é ser aceito ou incluído em um mundo que criara.
A semente da ideia provém da natureza que inventamos ou copiamos subconscientemente, um poder que poucos são familiarizados. Se soubessem o mínimo do poder da mente, o muito seria imprevisível. Mas tudo o que vemos é previsível, tudo o que acontece é resultado de algo que já foi realizado.
Os maiores pensadores da história se sentiram ignorantes perante a sociedade. O caminho do conhecimento é sem fim, não há limites para aprender.
(Eric Amorim)
A Distância da Baliza
O mundo não tem distância Traz apenas o pensamento Como as milhas que estão a vir Que trazem o sofrimento
O mundo não tem distância Pra quê tanta crueldade? Traz apenas desconfiança Por que não diz a verdade?
(Eric Amorim, data desconhecida)
Faroeste de Frustrações
- Capítulo um: Faroeste
Sentado em seu pé de cadeira, com cobre em volta de seu visual talvez um pouco extravagante. ”Não ligo, a silhueta muda com o que percorrerei.” repetiu para si mesmo. Via no caminho espécimes desconhecidas. Sua visão era privilegiada, contornos e vias jamais caminhadas. O jovem caubói apenas delirava enquanto pensava que estava rumo à uma festa ou ritual. Ao chegar lá, havia cachorros dançando, homens se castrando e muita prostituição. Acreditou até mesmo que vivia uma vida como a de ‘De olhos bem fechados’, como a vivida por Tom Cruise. Nunca soube porque pensava assim, mas pois: era sua imaginação. Deparou-se com outros extremos e criaturas inanimadas. O brincalhão cachorro, contando piadas com seu jaleco de mais de mil dólares. “Oh meu Deus, visse o que aconteceu com o Dr. Hermmer? Saquearam-lhe e agora não sobrou-lhe nada. Colocaram-lhe junto aos mortos enquanto os mesmos dançavam euforicamente, tentando desfribilar o próprio coração. Porque não aceitavam que já se passaram? Que trágico, Dr. Hermmer, tu devias ter vivido mais, era dono de boas piadas.” Ouvi pelos ombros de uma senhora.
- Capítulo dois: Frustações
Uma senhora do outro lado do espelho perguntou-lhe porque a encarava. Ele diz que era um outro mundo onde havia só um lado dos corpos. Não entendia muito bem o que tentava falar a tal idosa, porém compreendia que a situação era de nervos à prova de aço. Apenas perguntou-lhe: - Qual é seu nome? Quero saber e ir embora. - Não preciso. - Eu insisto. - Dona Clarinetta. - a velha replicou. Pegou sua bebida e partiu dali sem rumo para um outro andar daquele tão grande castelo, para o norte. “Que ventania logo à noite, o que será que se passa? Será que vai chover?” Pois vejam a desilusão da cria que ele cuidou. Ao entrar na porta de número três no corredor extenso e obscuro, deparou-se com algo que nunca tinha visto ou tentado imaginar! Era uma luz, um roubador de esperanças e tais ilusões. Apunhalou-o de frente, no coração. Dor instantânea e de alívio imediato. A dor já não era seu principal fator, sentia-se livre de tal peso que era a raça humana. Sentindo o verdadeiro sentimento da perda interior e da paz, corroendo-se uma a outra até que formassem uma só. Enxergava que o mundo não era apenas destruição. Cantava e dançava enquanto outra luz, mais limpa e com vigor levava-o para o lugar mais lindo do universo, porém não conhecido: O paraíso.
<DiMAGALHANS, Azevedo. DiBARRETO, Leonor. DE ABREU, Máuzaro. 13 de fevereiro de 2011, SP.>